
Nos dias 31/01 e 01/02 de 2026, a Sociedade Excursionista e Espeleológica (SEE) realizou um Minicurso Básico de Técnicas Verticais aplicadas à Espeleologia, ministrado pelo membro Vitor Martins (Pará). O objetivo dessa atividade foi apresentar aos participantes os conceitos e procedimentos básicos para realizarem atividades verticais em cavernas de forma segura.
A atividade teórica foi realizada na sala da SEE no Departamento de Geologia (DEGEO) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), dia 31/01 de 08:00 às 12:30. Neste momento, os participantes puderam visualizar e entender as principais técnicas de progressão em cordas fixas, junto ao funcionamento de cada conjunto de equipamentos, coletivos e individuais. Também foram abordadas as diferenças entre os equipamentos de espeleologia para demais atividades verticais, organização dos EPI 's, cuidados a serem tomados, posicionamento correto diante da corda. Sempre tratando de questões de segurança com discussões sobre vivências e exemplos.
A prática foi realizada na área externa arborizada do DEGEO, dia 31/01, durante a tarde e dia 01/02, durante todo o dia. Neste momento, foi montado um circuito para a progressão em cordas, contando com ascensão, descensão, passagem de corrimão, fracionamento e desvio, tendo a imersão e participação de todos presentes, onde puderam aprender a como se movimentar de forma correta e os procedimentos a serem feitos.
Contamos com a presença dos membros e frequentadores da SEE: Beatriz Pires, Vitor Martins (Pará), Saulo Silva, Thiago Guimarães (Romi), Iuri Guimarães (Van Grogh), Filipe Silva (Bunito), Arthur Von Kruger, Caio Bovaretto, Joaquim Davino.
A SEE valoriza treinamentos como esse para a capacitação e preparo técnico dos membros para realização de futuras expedições.
Texto: Caio Bovaretto
Revisão: Beatriz Pires, Vitor Martins (Pará)
Relato Pessoal
Segundo os participantes, o conteúdo teórico e prático ampliaram horizontes. Caio Bovaretto, por exemplo, destacou que: “A atividade ampliou minha busca por autonomia em ambientes verticais, reforçou meu interesse em me aprofundar cada vez mais no universo subterrâneo e fortaleceu minha atenção à segurança e à leitura cuidadosa do ambiente cavernoso”.
Joaquim Davino também ressaltou que: “O Curso Básico de Técnicas Verticais da SEE foi meu primeiro contato prático com o vertical e uma experiência muito significativa. Nele, aprendi fundamentos da progressão vertical, uso de equipamentos e sistemas básicos, sempre com foco na segurança. A vivência prática foi essencial para compreender a importância do método, da atenção aos detalhes e da leitura do ambiente em cavernas”.
Os relatos dessas experiências são fundamentais para consolidar aprendizados, compartilhar percepções e fortalecer a prática responsável e consciente nas atividades realizadas pela SEE.
